Experiências e Psicologia

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“VOCÊ IRIA PARA A CAMA COMIGO HOJE À NOITE?”

Alguns dos homens que caminhavam tranquilamente pelo campus da Universidade da Flórida em 1978 foram abordados por uma bela mulher que dizia: “Eu tenho observado você. Te acho muito atraente. Você iria para a cama comigo hoje à noite?”.

Os rapazes provavelmente pensaram que se tratava de seu dia de sorte, mas na verdade eles estavam tomando parte involuntariamente num experimento criado pelo psicólogo Russell Clark.

Clarck convenceu os estudantes de seu curso de psicologia social a ajudarem-no a descobrir qual sexo seria mais receptivo a uma oferta sexual de um estranho. A única maneira de descobrir, segundo ele, seria ir para a rua e observar o que aconteceria em uma situação real. Instruídos por ele alunos e alunas saíram pelo campus fazem a proposta a estranhos.

Os resultados não surpreenderam. Setenta e cinco por cento dos homens aceitaram a proposta (e aqueles que recusaram, em sua maioria, alegaram que eram casados ou tinham namorada). Das mulheres abordadas, no entanto, nenhuma aceitou. Na verdade, grande maioria se sentiu ofendida e exigiu que o rapaz se afastasse.

Inicialmente o experimento de Clark foi rejeitado pela comunidade psicológica como sensacionalista, mas eventualmente ganhou aceitação e admiração por mostrar o quão discrepantes são as atitudes sexuais de homens e mulheres. Hoje é considerado um clássico.

Fonte: ceticismoaberto.com

Fio Terra

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O TABU DO "FIO TERRA"

Flávia Pegorin

Eis um assunto sobre o qual a esmagadora maioria dos homens evita tagarelar – mesmo aqueles mais ousados, que não evitam qualquer assunto de natureza sexual, seja na mesa do bar ou na sala do escritório. Só o nome popular dessa prática, porém, já é suficiente para deixar sem reação muitos deles. Vamos falar de “fio terra”?

Pouquíssimos são os heterossexuais que praticam essa modalidade sexual e falam sobre ela abertamente. Menor ainda é o grupo que confessa realmente gostar dela. O principal motivo, claro, é ser tachado de homossexual por apreciar a estimulação do ânus.

Mas, de acordo com especialistas, a região anal, quando tocada, traz grande carga de prazer para muitas pessoas, sejam mulheres ou homens. A parte externa do ânus humano concentra várias terminações nervosas e, por isso, as carícias feitas ali podem provocar muitas sensações. A parte interna do ânus também produz essas sensações, principalmente porque, nos homens, ali é possível estimular a base interna do pênis, o duto ejaculatório e a próstata.

Na prática
O caso é que essas regiões do corpo masculino podem, na verdade, dar tanto uma sensação de bem-estar quanto de mal-estar, dependendo em primeiro lugar não do aspecto físico, mas da carga emocional da pessoa. “A penetração pode ser muito dolorosa ou impraticável, se não houver relaxamento e lubrificação adequada da região, pois os estímulos dolorosos acabam se sobrepondo aos de prazer”, diz Carmita Abdo, psiquiatra e professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas.

Ela lembra que a obtenção do prazer deve ser uma preocupação das duas pessoas em uma relação. “Devemos pôr abaixo essa ditadura do ‘experimentar tudo’ e ter que sentir prazer com todo e qualquer recurso. Não somos máquinas. Os sentimentos, as emoções, as motivações, os valores e a educação que recebemos pesam muito no nosso comportamento e na forma como exercemos nossa sexualidade”, completa Carmita.

Será que ele é?
Segundo sexólogos, gostar do tal “fio terra” também não tem nada a ver com ser gay. Eles definem que a homossexualidade é ligada à direção do desejo: se a pessoa sente atração por alguém do mesmo sexo, é homossexual; aqueles que sentem desejo por ambos os sexos, seriam bissexuais; mas se um homem fica excitado apenas com mulheres, ele é heterossexual, independente da satisfação que sinta na região do ânus.

Jefferson Soares*, advogado, é exceção, pois garante sentir prazer quando a namorada pratica a estimulação anal e jamais pensar se isso faz dele homossexual. “É uma brincadeira a mais, não se trata de só ter estímulo assim. Nós dois sentimos prazer de várias formas. E eu acho isso muito sadio num relacionamento”, diz. Mesmo assim, ele conta que nunca fala disso com colegas. “Não é um papo que a maioria dos amigos quer ter. E eu não quero virar alvo de piada por causa da minha intimidade”, diverte-se.

Já o barman Silvio Mancini* é definitivo: não procura e nem acha graça nesse tipo de satisfação sexual. “Existem muitas formas de sentir prazer, mas essa definitivamente é mais um incômodo do que uma ‘grata surpresa’”, brinca. “Apenas uma namorada fez comigo, sem me pedir nem nada. Eu não esperava, o que para muita gente pode ser divertido e estimulante... Mas eu achei estranho mesmo. E bem constrangedor”, conta.

“A vergonha ainda parece ser a principal questão na estimulação anal com os homens”, conclui a sexóloga Tamires Arcanjo, de São Paulo. “Apesar de muitos deles gostarem de fazê-lo com suas namoradas e esposas – e até reclamar quando elas dizem não gostar disso – os homens encaram mesmo como tabu. A tendência, porém, é isso se diluir na evolução da sociedade”, acredita Tamires. “E daí eles apenas avaliarão se gostam ou não, e não se ‘é certo ou não’ gostar dessa prática”, completa.

* Os nomes dos entrevistados foram trocados.

Fonte: http://estilo.ig.com.br/noticia/2008/07/02/o_tabu_do_fio_terra_1404443.html

Ação Direta e Propaganda pelo Ato

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AÇÃO DIRETA

Ação direta é uma forma de activismo, que usa métodos mais imediatos para produzir mudanças desejáveis ou impedir práticas indesejáveis na sociedade, em oposição a meios indirectos, tais como a eleição de representantes políticos, que prometem soluções para uma data posterior, ou o recurso ao sistema jurídico.
Protestos constantes, Greves, lockouts, bloqueio de estradas, sabotagens e boicotes são algumas táticas de ação direta. Ações de desobediência civil também podem ser classificadas dessa maneira. Por exemplo, quando Mahatma Gandhi e outros indianos fizeram sua famosa marcha do sal indo ao mar coletar seu próprio sal em vez de comprá-lo do governo colonial inglês, isto foi uma ação direta.
Geralmente é feita por minorias, ou com poucos apoios, e pelos próprios interessados , e por outros activistas que se sintam solidários com a causa, unidos em torno de organizações. A ação direta, também se caracteriza por eliminar o "atravessador" num processo de decisão, "você faz e decide tudo o que lhe diz respeito".
Alguns grupos existem pelo uso da Ação direta, como o Greenpeace e alguns movimentos de sem-terra do Brasil.
Uma ação direta chamou atenção da mídia em Campinas, Brasil, em janeiro de 2000. Um paraplégico, cansado de ter seus pedidos ignorados pela prefeitura, removeu os obstáculos e degraus que impediam a passagem de sua cadeira de rodas a marteladas.

PROPAGANDA PELO ATO

Propaganda pelo Ato, também conhecida como Propaganda pela Ação ou ainda Propaganda pelo Feito (em inglês propaganda by the deed, em francês propagande par le fait) foi uma concepção estratégica anarquista muito popular entre os ilegalistas do final do século XIX, início do século XX. Consiste basicamente na realização de uma ação de grande visibilidade a fim de que esta se torne referência e inspiração para outras ações semelhantes e/ou complementares implementadas por outros grupos e indivíduos.

Fonte: Wikipédia

"Hoje no Domingo Legal, a brincadeira da batata quenteeeeee.... valendooooooo"

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Num dado momento histórico, os profissionais envolvidos no sistema escolar foram abduzidos para um mundo paralelo, assim como aconteceu com os garotos da Caverna do Dragão. Isolados e com sérias dificuldades de diálogo, foram se isolando e às vezes tentavam algumas saídas. Muitos professores e pedagogos tentavam e conseguiam saídas bacanas mas sempre vinha uma espécie de Uni e os tragava de volta.

Os problemas eram dos mais diversos, e tudo era considerado obra do Vingador. Vingador, personificado na Secretaria de Educação, mandava prender, soltar, e lutava pelos índices. E os índices aumentavam! Vingador conseguiu aprovação de quase 100 por cento de série pra série. Mas lá na escola, o troço num era bem assim, era briga entre professor e família, era um isolamento das diferenças, era uma cobrança por indices, por aí vai, um mal estar total.





Como forma de dar uma aliviada, os profissionais abduzidos resolveram fazer uma brincadeira, algo light, e tiveram uma idéia brilhante, a brincadeira da Batata-Quente. A batata era das mais variadas, todo dia era diferente e começava às vezes com um, ou com outro, mas era uma brincadeira que começou a virar vício.



Era o seguinte, quando acontecia um problema, vamos dar um exemplo: um menino que respondia o professor. Taí a batata. Todos cantando "batata quente, quente, quente, quente". Essa batata passava do professor, pro coordenador, pro pedagogo, pro diretor, pra Secretaria da Educação, novamente pro professor e rodava, rodava.

A brincadeira continuava animada, mas eles começaram a notar que a aliviada era momentânea porque ela voltava pelando pra mão de novo.

Certo dia, me aparece um cara descendo de corda pela entrada do portal daquele mundo. O povo olhou admirado pra ele, o que era aquilo? Deus? ET? Não, era um psicólogo educacional cheio de idéias pra tentar tirar aquela galera daquele mundo paralelo!

Todos aqueles profissionais admirados, lembraram das matérias de sua faculdade, dos vídeos do Fantástico da Globo (que incrivelmente, o sinal pegava nos dois mundos), das falas de outras pessoas sobre psicólogos e PIMBA! Taí a solução, ele vai consertar todos esses problemas!

Rapidamente, sem perguntar se o coitado queria participar, o inseriram na brincadeira, e as batatas mais quentes vinham pra mão dele. Pronto, nós temos um cara que veio pra nos salvar, e que pode pegar todas as batatas, e lá na mão dele, que queime.

Incrivelmente, depois que criaram a brincadeira da batata quente, os profissionais do sistema escolar esqueceram-se que estavam num mundo paralelo e que tinha como sair dele, afinal, começaram a se acostumar lá dentro e a brincadeira dava uma aliviada bacana.

Moral da história: Batata quente, quente, quente, quente, quente... QUEIMOU!

Piada de português por Maitê Proença

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Sonhos de pervertidos: Capas da Playboy

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Fonte: presepada.org

Para refletir um pouco...

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MIB Ending


Men In Black 2 Ending


Acho que vou inventar a roda...

Dicas de MK 3. Rasteira: Pra trás e Chute Baixo

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Especial do Akuma

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Meia Lua pra trá e chute

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Pelé e o processo de democratização da escola: uma aproximação possível

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Edson Arantes do Nascimento (o mesmo, que dia desses teve seu nome escrito em uma lista de presença de uma sala aê e gerou uma grande confusão, mas isso não vem ao caso), conhecido como Pelé, e também como rei do futebol. Aquele maroto que foi campeão em 58, 62 e 1970... (em 1966 ele tava lá, naquele fifi). Aquele mesmo que fica com aquela picuinha com o saudoso Maradona (super técnico assim como Dunga). Aquele cuja declaração de Romário foi marcante: "Pelé calado é um poeta."

O rei sempre gostou das crianças (sem brincadeirinhas de associação com Magno Malta). Ao fazer o gol 1000 contra o eterno vice-Vasco em 1969 declarou: “dedico este gol às criancinhas do Brasil”.

Tomando como centro, a questão das crianças e a educação. Devemos lembrar, que o processo histórico do acesso à escola mudou e muito, já diria Aninha e Beth Barros (...2005, 2006, 2007, 2008, 2009...). Antigamente, escola era pra bacana, e havia duas escolas, uma pra bacana e outra pro pobretão (a brincadeira é muito fácil, chama-se luta de classes) e muito poucos da classe operária ficava lá por muito tempo, era o bastante pra se ter o seu corpo dócil, enquanto os bacanas viravam a elite pensante... com a constituição federal de 1988 a escola passou a ser dever do estado, num sentido amplo, e direito de todos, e todas as crianças de 7 a 14 anos (atualmente de 6 a 14) são obrigadas a estarem na escola. Ocorreu um processo de democratização no sentido de se ter o direito de tá lá dentro... o que na realidade não é bem assim, mas ocorreu um certo avanço numérico...

Antigamente, os bacanas deitavam e rolavam. Dizia-se que a escola era melhor, mas pensa bem, antes tinha pouquíssimas pessoas lá, pois o direito era seletivo... depois de muitas doideiras (alguns diriam que o sistema educacional só falta enterrar) criou-se alguns mecanismos para a real inserção, o que não quer dizer inclusão, e os números de crianças nas escolas cresceu incrivelmente. Lembrando amigo, vacila pra tu ver, o Conselho Tutelar vai tá na sua cola se vc não andar na linha, mano.

Bom, e o Pelé com isso?

Pelé, ele mesmo, pra quem não sabe, também dá para um bom compositor (ui!). Sua música foi utilizada num programa do saudoso FHC, aquele que privatizou nossas melhores empresas:

ABC, ABC
Toda criança tem que ler e escrever
ABC, ABC

Toda criança vai ler e escrever

O Brasil em ação aprendeu uma lição

que criança sem escola
não levanta uma nação

Que bom vai ser o nosso Brasil
Quando todo mundo souber ler e escrever
Que bom vai ser o nosso Brasil

Quando todo mundo souber ler e escrever

ABC, ABC

Toda criança tem que ler e escrever
ABC, ABC
Toda criança vai ler e escrever

No sentido numérico da coisa, o desejo faltante (só pra dar uma espizinhada nos esquizos) de Pelé, de democratização da escola parece que vem ocorrendo, mas devemos lembrar "Que é isso mas não só isso" (Ana Heckert)... Nesse mesmo sentido tem alguns públicos que num tá muito por aê não... vide os deficientes, transexuais, pessoal da roça e por aí vai, que nem entra na escola, ou fica pouquissimo tempo na escola...

E se for falar em democratização em termos de mesmas chances de êxito de todos, o troço tá longe... acho que teria que chamar o Pelé de novo!

TRISTES TRÓPICOS......

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É isso pessoal, foi-se embora hoje o Rei da Antropologia Estrutural, Claude Levi Strauss (mais conhecido como Levistrô rsrs). Não poderia deixar de postar uma homenagem do Fezes pra esse grande sujeito. Gostaria de tê-lo visto no programa domingo legal, com aquela chamadinha caracteirsitca do gugu (Levistrôoooooo), mas apesar de ele ter dado aula ate na USP se nao me engano, não rolou gugu (mas parece que oRoberto da Matta foi no gugu!!).
Enfim, Levistrô é um gênio, e quem teve aula com Nélson já ouviu falar de Quesalid, e dos artigos O Feiticeiro e sua Magia, e a Eficácia Simbólica. QUem não leu ainda leia! Bão demais!
Levinho, pros íntimos, ainda mandou um livro sobre a experiencia que teve com indios no Brasil Central, o aclamado Tristes Trópicos (que ainda não li), mas mando a resenha embaixo:

"

PARIS, França — Em 1954, a editora francesa Plon encomendou a um jovem especialista em populacões esquimós e lapônias, Jean Malaurie, que criasse uma coleção etnográfica intitulada "Terra Humana".

Malaurie, então, pediu a Claude Lévi-Strauss um relato de suas viagens. Em quatro meses, o antropólogo terminou seu manuscrito, baseado na viagem que fizera ao Brasil nos anos 30. Na ocasião, ele havia iniciado um projeto de romance, do qual aproveitou o título: "Tristes trópicos".

"Eu tinha uma bolsa cheia que tinha vontade de esvaziar", contou. E o que ele colocou disto na obra não foi apenas seu conhecimento, mas também sua alma: esta é a diferença entre um relato erudito, mesmo de alto nível, e uma obra de arte.

Em seu livro, o austero e discreto antropólogo está evidentemente dividido entre um desejo de liberdade e o trabalho científico. Finalmente, porém, decide permitir-se a liberdade para escrever uma obra audaciosa, quase antinatural, já que não hesita em empregar a primeira pessoa do singular ao defender a ideia de que "o 'eu' é odioso".

Após um aparentemente paradixal "ódio às viagens e aos exploradores", 500 páginas extraordinárias trazem o relato das aventuras e das descobertas que fez, acompanhadas de lúcidas reflexões.

Moralista, Lévi-Strauss analisa nesta "autobiografia intelectual" as relações entre o velho e o novo mundo, o lugar do homem na natureza, o sentido da civilização e do progresso.

O sucesso foi imediato, e as críticas, entusiasmadas. Às vésperas de anunciar os vencedores de seu prestigiado prêmio, a academia Goncourt lamentou não poder concedê-lo ao livro de Lévi-Strauss, já que não era um romance. Apenas os cientistas receberam a obra com reservas, impacientes por ver seu colega transitar entre o terreno científico e o mundo do romance.

"Os etnólogos me acusam de ter feito um trabalho de fã, e o público afirma ser um livro erudito. Tudo isto é indiferente para mim", disse na época o autor.

"Tristes trópicos" foi traduzido para diversas línguas e reeditado outras tantas vezes vezes. Claude Lévi-Strauss o considerava um livro escrito "rápido demais e sem reflexão".

"Insólitas, desconcertantes, desvairadas, saltando as épocas, os anos, as estações, palpitantes, as fulgurações de 'Tristes trópicos' são do tipo que traçam caminhos na noite. E isso ainda perdura", escreveu a ensaísta Catherine Clément, amiga e especialista da obra de Lévi-Strauss.

"

Valeu Levinho!!!! ;)

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